Construindo — visão em desenvolvimento

O pet tem
identidade própria.O Brasil ainda não percebeu.

São 167 milhões de animais em lares brasileiros. Cada um com história, saúde, temperamento e responsáveis que mudam ao longo da vida. Nenhum sistema registra isso. A Petamos vai mudar isso.

R$ 77bi
Mercado pet brasileiro
Crescimento de 12% ao ano. Terceiro maior do mundo.
167M
Animais domésticos
Presentes em 56% dos domicílios brasileiros.
0
Sistemas com identidade do pet
Nenhuma plataforma trata o animal como unidade central. Esse é o espaço em branco.
A tese

O problema não é
falta de amor pelos pets.
É falta de sistema.

Quando um pet é adotado, resgatado, perdido ou simplesmente leva ao veterinário, as informações somem. Ficam presas em papéis físicos, grupos de WhatsApp, fichas de clínica que ninguém compartilha, perfis de tutores que mudam.

O animal não tem voz. Não tem documento. Não tem continuidade. A Petamos é a resposta para isso.

Não é um app de passeio. Não é um e-commerce de ração. É a infraestrutura que o ecossistema pet brasileiro nunca teve — e que conecta tutores, ONGs, veterinários e serviços em torno do único ativo que realmente importa: o próprio animal.

Histórico que some na troca de dono

Vacinas, temperamento, alergias, histórico veterinário — tudo se perde quando o pet muda de responsável. O novo tutor começa do zero.

Pets perdidos sem sistema real

A busca ainda é manual — posts em grupos, panfletos em postes. Sem geolocalização, sem confirmação em tempo real, sem alcance organizado.

Adoção sem padronização

Cada ONG cria seu próprio formulário. Sem rastreabilidade, sem critério unificado, sem histórico do adotante. O processo depende da boa vontade de cada voluntário.

ONGs operando no improviso

Sem sistema de voluntariado, sem gestão de demandas, sem reconhecimento. Quem quer ajudar não sabe como. Quem precisa de ajuda não consegue coordenar.

Para quem é

Construída para quem
realmente se importa.

A Petamos não é para o mercado de luxo pet. É para o ecossistema real — as pessoas que resgatam, adotam, cuidam e dedicam tempo sem esperar nada em troca.

Tutores

Que querem organizar o histórico do pet, ter segurança em caso de perda e garantir que o animal seja identificado onde quer que esteja.

ONGs e Abrigos

Que resgatam e promovem adoção responsável, mas operam sem sistema. A Petamos é gratuita para elas — porque são o coração do ecossistema.

Comunidade

Voluntários, adotantes e pessoas que se importam com o bem-estar animal mas não têm um canal unificado para agir. A Petamos organiza essa força.

Onde queremos chegar

Começamos no
Espírito Santo.
O objetivo é o Brasil.

A estratégia é simples: alta densidade antes de escala. A Grande Vitória tem base de ONGs ativas, comunidade pet engajada e ausência de plataformas integradas locais. É o ambiente certo para validar sem pressa.

Quando o modelo funcionar aqui, replicamos para o restante do Brasil. Não o contrário.

A Petamos é bootstrap. Sem investidor externo, sem pressão de crescimento artificial. Construída no ritmo que permite fazer direito.

Agora
Visão e validação

Conceito em desenvolvimento, pesquisa com ONGs e tutores da Grande Vitória, definição de produto e modelo de negócio.

Fase 1
Validação Regional — Grande Vitória

Integração com ONGs locais, lançamento das primeiras funcionalidades, primeiros pets cadastrados com identidade digital.

Fase 2
Crescimento Estadual

Expansão para o interior do Espírito Santo com o modelo validado na capital. Ativação das primeiras parcerias B2B.

Fase 3
Expansão Nacional

Abertura para outros estados, foco em capitais com alta densidade pet. Consolidação como referência nacional.

Acompanhe a construção

A Petamos ainda
está sendo construída.

Se você acredita que o ecossistema pet brasileiro precisa de infraestrutura real — não de mais um app de serviço — quero que você acompanhe essa jornada.

Atualizações sobre o desenvolvimento antes de qualquer anúncio público
Acesso antecipado quando a plataforma abrir para os primeiros usuários
Para ONGs: conversa direta sobre integração gratuita na fase inicial
Zero compromisso — só recebe quem quiser continuar
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